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13 de outubro de 2011

A história das coisas

Este Vídeo revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.

A história das coisas

Este Vídeo revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.

5 de outubro de 2011

Desmatamento na Amazônia cai/aumenta (de acordo com informações depende do ponto de vista) em agosto.

"Desmatamento da Amazônia caiu 38% em agosto, indica Inpe


O desmatamento na região amazônica teve uma queda de 38% no mês de agosto em relação ao mesmo mês do ano passado, indicam dados divulgados nesta segunda-feira (3) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Ministério do Meio Ambiente, em Brasília.

Analisando imagens de satélite, o instituto detectou a derrubada de 164 km² - o equivalente a cem vezes o Parque Ibirapuera, em São Paulo. Um ano antes, haviam sido 265 km² devastados em agosto. Em relação a julho deste ano, também houde redução, já que naquele mês foram 225 km². A cobertura de nuvens foi a menor da história, com 3%, o que contribuiu para a qualidade dos dados de monitoramento via satélite."

http://www.marataizes.com.br/noticias/news2.php?codnot=282714






"Desmatamento na Amazônia cresce 13,5% em relação ao ano passado


O desmatamento na Amazônia Legal cresceu 13,56% de janeiro a agosto de 2011 em comparação com igual período do ano passado, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgados hoje (3).
A área devastada aumentou de 1.393 quilômetros quadrados em 2010, para 1.582 km² neste ano. No período, Mato Grosso, Rondônia, Acre e Tocantins apresentaram avanço na região de floresta degradada se comparada ao ano anterior. Sozinho, o Estado de Mato Grosso devastou 769 km² até agosto deste ano. Isso equivale a quase a área total desmatada em todos os outros Estados da Amazônia Legal - 813 km²."

Desmatamento na Amazônia cai/aumenta (de acordo com informações depende do ponto de vista) em agosto.

"Desmatamento da Amazônia caiu 38% em agosto, indica Inpe


O desmatamento na região amazônica teve uma queda de 38% no mês de agosto em relação ao mesmo mês do ano passado, indicam dados divulgados nesta segunda-feira (3) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Ministério do Meio Ambiente, em Brasília.

Analisando imagens de satélite, o instituto detectou a derrubada de 164 km² - o equivalente a cem vezes o Parque Ibirapuera, em São Paulo. Um ano antes, haviam sido 265 km² devastados em agosto. Em relação a julho deste ano, também houde redução, já que naquele mês foram 225 km². A cobertura de nuvens foi a menor da história, com 3%, o que contribuiu para a qualidade dos dados de monitoramento via satélite."

http://www.marataizes.com.br/noticias/news2.php?codnot=282714






"Desmatamento na Amazônia cresce 13,5% em relação ao ano passado


O desmatamento na Amazônia Legal cresceu 13,56% de janeiro a agosto de 2011 em comparação com igual período do ano passado, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgados hoje (3).
A área devastada aumentou de 1.393 quilômetros quadrados em 2010, para 1.582 km² neste ano. No período, Mato Grosso, Rondônia, Acre e Tocantins apresentaram avanço na região de floresta degradada se comparada ao ano anterior. Sozinho, o Estado de Mato Grosso devastou 769 km² até agosto deste ano. Isso equivale a quase a área total desmatada em todos os outros Estados da Amazônia Legal - 813 km²."

Desmatamento na Amazônia cresce 13,5% em relação ao ano passado


Fonte: Correio do Estado
Foto: www.g1.com
O desmatamento na Amazônia Legal cresceu 13,56% de janeiro a agosto de 2011 em comparação com igual período do ano passado, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgados hoje (3).
A área devastada aumentou de 1.393 quilômetros quadrados em 2010, para 1.582 km² neste ano. No período, Mato Grosso, Rondônia, Acre e Tocantins apresentaram avanço na região de floresta degradada se comparada ao ano anterior. Sozinho, o Estado de Mato Grosso devastou 769 km² até agosto deste ano. Isso equivale a quase a área total desmatada em todos os outros Estados da Amazônia Legal - 813 km².
Um dos motivos dessa expressiva retirada da floresta foi a lei de zoneamento aprovada pelo governo de Mato Grosso, em abril, explicou o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Ramiro Hofmeister. A lei que flexibiliza a conservação de reservas legais em algumas áreas do Estado deve ainda ser aprovada pelo Ministério.
O Valor apurou que a ministra Izabella Teixeira já pediu para o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) não aprovar a lei estadual. O texto pode ser reenviado ao governo estadual para adaptação.
Ao anistiar os produtores rurais que haviam desmatado até fim de abril deste ano, houve uma corrida para reduzir a área de reserva legal para o percentual menor permitido pela lei, disse o coordenador geral de Zoneamento e Monitoramento Ambiental do Ibama, George Porto Ferreira.
A legislação do Estado reduziu, de 80% para até 50%, a parte da propriedade que deve ser preservada. Alguns produtores rurais já foram autuados pela fiscalização, o que resulta no pagamento de multa, apreensão de bens, além de terem parte da propriedade embargada.
Caso a lei de zoneamento estadual seja modificada - como deseja o governo -, as áreas devastadas além da reserva legal deverão ser recuperadas, explicou o diretor Hofmeister.
Menor índice histórico para o mês de agosto
Os dados do Inpe mostram também que houve redução de 38% na área devastada no mês de agosto, em comparação com o mesmo mês de 2010. "É o menor [desmatamento em] agosto da história", anunciou a ministra, ao comparar dados desde 2004, quando começou o monitoramento do sistema Deter. O MMA atualizou o desmatamento de 2010 para 7.000 km2, o melhor resultado anual desde 1988, quando o levantamento começou a ser feito. 
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira atribui a redução à ação da fiscalização nas regiões que apresentavam maiores índices de desmatamento, como Boca do Acre (AC), São Félix do Xingu (PA), Novo Progresso (PA), Redenção (PA) e Sinop (MT).
O sistema detecta apenas desmatamentos com área maior que 25 hectares. Devido à cobertura de nuvens, pode ser que nem todos os desmatamentos sejam identificados pelo Deter, que no período de janeiro a agosto deste ano constatou 1.582 km2 de florestas derrubadas, área 14% superior à registrada em igual período do ano passado (1.393 km2). O maior crescimento relativo foi registrado em Rondônia, que atingiu 249 km2 (+102%). A maior expansão em termos absolutos foi em Mato Grosso, onde atingiu 769 km2 (mais 316 km2).
Izabella Teixeira atribui o aumento ao repique nos desmatamentos ocorridos em abril deste ano em Mato Grosso, quando houve derrubada de 405,5 km2. A explicação, diz a ministra, foi dada pelos secretários de Meio Ambiente de Mato Grosso e Rondônia, que atribuíram o repique às discussões sobre o novo Código Florestal. No caso de Mato Grosso, outro fator que teria contribuído foi a anistia concedida até o final do mês pelo pela lei estadual que criou o Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE), que ainda depende de aprovação do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama).
A ministra afirmou que encomendou um estudo, que será divulgado até o final do ano, sobre a correlação entre a alta de preços das commodities e as taxas de desmatamento. Ela disse que em função do gabinete de crise instalado em maio deste ano o Ministério do Meio Ambiente está tendo acesso aos bancos de dados dos Estados, para checar se os desmatamentos foram autorizados. Segundo ela, apenas o Pará ainda não disponibilizou as informações.
As ações desencadeadas neste ano na Amazônia Legal resultaram no embargo de 72.490 hectares e de 55 serrarias. Os fiscais emitiram 3.148 autos de infração, que representam R$ 1,2 bilhão em multas. A fiscalização apreendeu 127 tratores, 29 barcos e 226 caminhões. Somente na Operação Disparada, deflagrada em março deste ano, foram apreendidos 5,3 mil bovinos.
Na coletiva de hoje, a ministra também divulgou o dado final sobre desmatamento elaborado pelo projeto Prodes relativo ao ano passado (agosto/09 a agosto/10). A estimativa divulgada no final do ano passado era de 6.451 km2 e agora passou para 7.000 km2, mesmo assim se mantendo no menor patamar da série histórica iniciada em 1988.

Desmatamento na Amazônia cresce 13,5% em relação ao ano passado


Fonte: Correio do Estado
Foto: www.g1.com
O desmatamento na Amazônia Legal cresceu 13,56% de janeiro a agosto de 2011 em comparação com igual período do ano passado, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgados hoje (3).
A área devastada aumentou de 1.393 quilômetros quadrados em 2010, para 1.582 km² neste ano. No período, Mato Grosso, Rondônia, Acre e Tocantins apresentaram avanço na região de floresta degradada se comparada ao ano anterior. Sozinho, o Estado de Mato Grosso devastou 769 km² até agosto deste ano. Isso equivale a quase a área total desmatada em todos os outros Estados da Amazônia Legal - 813 km².
Um dos motivos dessa expressiva retirada da floresta foi a lei de zoneamento aprovada pelo governo de Mato Grosso, em abril, explicou o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Ramiro Hofmeister. A lei que flexibiliza a conservação de reservas legais em algumas áreas do Estado deve ainda ser aprovada pelo Ministério.
O Valor apurou que a ministra Izabella Teixeira já pediu para o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) não aprovar a lei estadual. O texto pode ser reenviado ao governo estadual para adaptação.
Ao anistiar os produtores rurais que haviam desmatado até fim de abril deste ano, houve uma corrida para reduzir a área de reserva legal para o percentual menor permitido pela lei, disse o coordenador geral de Zoneamento e Monitoramento Ambiental do Ibama, George Porto Ferreira.
A legislação do Estado reduziu, de 80% para até 50%, a parte da propriedade que deve ser preservada. Alguns produtores rurais já foram autuados pela fiscalização, o que resulta no pagamento de multa, apreensão de bens, além de terem parte da propriedade embargada.
Caso a lei de zoneamento estadual seja modificada - como deseja o governo -, as áreas devastadas além da reserva legal deverão ser recuperadas, explicou o diretor Hofmeister.
Menor índice histórico para o mês de agosto
Os dados do Inpe mostram também que houve redução de 38% na área devastada no mês de agosto, em comparação com o mesmo mês de 2010. "É o menor [desmatamento em] agosto da história", anunciou a ministra, ao comparar dados desde 2004, quando começou o monitoramento do sistema Deter. O MMA atualizou o desmatamento de 2010 para 7.000 km2, o melhor resultado anual desde 1988, quando o levantamento começou a ser feito. 
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira atribui a redução à ação da fiscalização nas regiões que apresentavam maiores índices de desmatamento, como Boca do Acre (AC), São Félix do Xingu (PA), Novo Progresso (PA), Redenção (PA) e Sinop (MT).
O sistema detecta apenas desmatamentos com área maior que 25 hectares. Devido à cobertura de nuvens, pode ser que nem todos os desmatamentos sejam identificados pelo Deter, que no período de janeiro a agosto deste ano constatou 1.582 km2 de florestas derrubadas, área 14% superior à registrada em igual período do ano passado (1.393 km2). O maior crescimento relativo foi registrado em Rondônia, que atingiu 249 km2 (+102%). A maior expansão em termos absolutos foi em Mato Grosso, onde atingiu 769 km2 (mais 316 km2).
Izabella Teixeira atribui o aumento ao repique nos desmatamentos ocorridos em abril deste ano em Mato Grosso, quando houve derrubada de 405,5 km2. A explicação, diz a ministra, foi dada pelos secretários de Meio Ambiente de Mato Grosso e Rondônia, que atribuíram o repique às discussões sobre o novo Código Florestal. No caso de Mato Grosso, outro fator que teria contribuído foi a anistia concedida até o final do mês pelo pela lei estadual que criou o Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE), que ainda depende de aprovação do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama).
A ministra afirmou que encomendou um estudo, que será divulgado até o final do ano, sobre a correlação entre a alta de preços das commodities e as taxas de desmatamento. Ela disse que em função do gabinete de crise instalado em maio deste ano o Ministério do Meio Ambiente está tendo acesso aos bancos de dados dos Estados, para checar se os desmatamentos foram autorizados. Segundo ela, apenas o Pará ainda não disponibilizou as informações.
As ações desencadeadas neste ano na Amazônia Legal resultaram no embargo de 72.490 hectares e de 55 serrarias. Os fiscais emitiram 3.148 autos de infração, que representam R$ 1,2 bilhão em multas. A fiscalização apreendeu 127 tratores, 29 barcos e 226 caminhões. Somente na Operação Disparada, deflagrada em março deste ano, foram apreendidos 5,3 mil bovinos.
Na coletiva de hoje, a ministra também divulgou o dado final sobre desmatamento elaborado pelo projeto Prodes relativo ao ano passado (agosto/09 a agosto/10). A estimativa divulgada no final do ano passado era de 6.451 km2 e agora passou para 7.000 km2, mesmo assim se mantendo no menor patamar da série histórica iniciada em 1988.

30 de setembro de 2011

O progresso - Roberto Carlos

Eu queria dizer tanta coisa
Que pudesse fazer eu ficar bem comigo
Eu queria poder abraçar meu maior inimigo
Eu queria não ver tantas nuvens escuras nos ares
Navegar sem achar tantas manchas de óleo nos mares
E as baleias desaparecendo
Por falta de escrúpulos comercias
Eu queria ser civilizado como os animais


O progresso - Roberto Carlos

Eu queria dizer tanta coisa
Que pudesse fazer eu ficar bem comigo
Eu queria poder abraçar meu maior inimigo
Eu queria não ver tantas nuvens escuras nos ares
Navegar sem achar tantas manchas de óleo nos mares
E as baleias desaparecendo
Por falta de escrúpulos comercias
Eu queria ser civilizado como os animais


28 de setembro de 2011

Michael Jackson - Earth Song (Canção da Terra)

O vídeo é o de maior sucesso de Michael Jackson no Reino Unido, de 1996. A letra fala de desmatamento, pesca e poluição, e, por um pequeno detalhe, talvez você nunca terá a oportunidade de assistir na televisão. "Earth Song" nunca foi lançada como single nos Estados Unidos, historicamente o maior poluidor do planeta. Por isso a maioria de nós nunca teve acesso ao clipe. Vejam, então, o que os americanos nunca mostraram de Michael Jackson.




Michael Jackson - Earth Song (Canção da Terra)

O vídeo é o de maior sucesso de Michael Jackson no Reino Unido, de 1996. A letra fala de desmatamento, pesca e poluição, e, por um pequeno detalhe, talvez você nunca terá a oportunidade de assistir na televisão. "Earth Song" nunca foi lançada como single nos Estados Unidos, historicamente o maior poluidor do planeta. Por isso a maioria de nós nunca teve acesso ao clipe. Vejam, então, o que os americanos nunca mostraram de Michael Jackson.




26 de setembro de 2011

Brasil tem quase 500 espécies de árvores ameaçadas

Fonte: R7 


Faveiro-de-Wilson - Foto: Fernando Fernandes

Com a chegada da Primavera, nesta sexta-feira (23), o Ibama (Instituto Nacional de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) divulgou que o Brasil tem oficialmente 472 espécies de árvores ameaçadas de extinção. Ao menos 276 delas são originárias da Mata Atlântica.
O número de espécies na “lista vermelha” da fauna nacional tem quatro vezes mais exemplares que o levantamento anterior, feito em 1992, que registrava 108 espécies em risco de extinção.A relação feita pelo Ibama no entanto, é muito menor que a lista real de tipos de árvores em vias de se extinguirem ou extintas.
Dados do Ibama apontam que outras 1.079 espécies nacionais ainda podem estar ameaçadas de extinção, mas não foram incluídas, por enquanto na lista, devido à falta de estudos científicos comprobatórios. O Sudeste brasileiro, onde fica a maior parte dos 8,5% que sobraram da Mata Atlântica, é a região com o maior número de espécies ameaçadas (348), seguido por Nordeste (168) e Sul (84). Curiosamente, a Amazônia é o bioma com menor número de espécies na lista (24).
Entre as espécies mais ameaçadas da relação está o Faveiro-de-Wilson (Dimorphanda wilsonii Rizinni) e o jacarandá-da-bahia (Dalbergia nigra).
Na última quarta-feira (21), representantes do Projeto Manuelzão, em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, fizeram uma manifestação simbólica em prol da recuperação e preservação das nascentes do córrego Cascatinha.


Na segunda-feira (19), os proprietários do lote foram notificados pela Secretaria por desmatar sem autorização, jogar esgoto sem tratamento e lixo no córrego e soterrar três pequenas nascentes para construir barracões, também sem autorização da Prefeitura. O desmatamento ilegal também é um problema: o terreno, que possui 3,3 mil metros quadrados, teve cerca de 80% da área desmatada ou queimada. Originalmente coberto por árvores, só sobraram sete exemplares na área.

Brasil tem quase 500 espécies de árvores ameaçadas

Fonte: R7 


Faveiro-de-Wilson - Foto: Fernando Fernandes

Com a chegada da Primavera, nesta sexta-feira (23), o Ibama (Instituto Nacional de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) divulgou que o Brasil tem oficialmente 472 espécies de árvores ameaçadas de extinção. Ao menos 276 delas são originárias da Mata Atlântica.
O número de espécies na “lista vermelha” da fauna nacional tem quatro vezes mais exemplares que o levantamento anterior, feito em 1992, que registrava 108 espécies em risco de extinção.A relação feita pelo Ibama no entanto, é muito menor que a lista real de tipos de árvores em vias de se extinguirem ou extintas.
Dados do Ibama apontam que outras 1.079 espécies nacionais ainda podem estar ameaçadas de extinção, mas não foram incluídas, por enquanto na lista, devido à falta de estudos científicos comprobatórios. O Sudeste brasileiro, onde fica a maior parte dos 8,5% que sobraram da Mata Atlântica, é a região com o maior número de espécies ameaçadas (348), seguido por Nordeste (168) e Sul (84). Curiosamente, a Amazônia é o bioma com menor número de espécies na lista (24).
Entre as espécies mais ameaçadas da relação está o Faveiro-de-Wilson (Dimorphanda wilsonii Rizinni) e o jacarandá-da-bahia (Dalbergia nigra).
Na última quarta-feira (21), representantes do Projeto Manuelzão, em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, fizeram uma manifestação simbólica em prol da recuperação e preservação das nascentes do córrego Cascatinha.


Na segunda-feira (19), os proprietários do lote foram notificados pela Secretaria por desmatar sem autorização, jogar esgoto sem tratamento e lixo no córrego e soterrar três pequenas nascentes para construir barracões, também sem autorização da Prefeitura. O desmatamento ilegal também é um problema: o terreno, que possui 3,3 mil metros quadrados, teve cerca de 80% da área desmatada ou queimada. Originalmente coberto por árvores, só sobraram sete exemplares na área.
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