5 de novembro de 2011

Imagens da Caatinga - Bioma Brasileiro

Belas imagens da nossa Caatinga



























































































































Resumo do livro "Genealogia da Moral" - Nietzsche

Neste livro polêmico Nietzsche vai discutir a origem dos sentimentos morais. Não será trabalhado aqui nenhum motivo transcendente, nenhum Deus que veio a revelar ao homem princípios para controlar o modo agir, mas sim investigará como surgiu entre os povos o juízo bom e mau.
O livro se divide em três dissertações que tratam respectivamente da origem dos conceitos bom e mau, da culpa, má consciência e coisas afins, e por último do valor do ideal ascético.
Na primeira dissertação Nietzsche irá desenvolver a idéia já apresentada em Humano, Demasiado Humano e Para além do Bem e do Mal de que existe uma dupla origem para nossos juízos de valor, resultante de duas formas distintas de avaliar a vida: a moral dos senhores e a moral dos escravos.
A moral dos senhores, que afirma a vida, elabora seu conceito bom a partir de si mesma, ?Eu sou bom, eu sou belo, eu sou forte?. Em oposição cria o conceito ruim para tudo aquilo que é baixo, vulgar, plebeu. Já a moral dos escravos nasce do ressentimento, é sempre uma reação ao que lhe vem de fora. Sendo assim seu conceito original é mal, para designar todo não-eu e com uma lógica surpreendente infere: ele é mal, logo eu sou bom.
Durante longo tempo essa dupla forma de avaliar conviveu na história até a revolta dos escravos na moral, que começa com o povo judeu e segue adiante com o cristianismo, que irá consolidar a vitória da moral dos escravos como a única moral.
Na segunda dissertação descreverá o nascimento da consciência, da sociedade e da linguagem entre as tribos primitivas a partir da crueldade, a justiça como acordo entre os fortes que impõe sua vontade aos mais fracos. O homem se faz como um animal capaz de fazer promessas. A origem da má consciência é colocada como instintos reprimidos que não podem se exteriorizar e então se voltam para dentro, contra o homem mesmo que possui esses instintos, e da noção de dívida, proveniente das relações credor e devedor, a idéia de culpa. Todos os temas divinos: razão, sociedade, culpa, justiça, são vistos não em relação a revelações divinas, mas sim enquanto produto da crueldade humana.
A terceira dissertação, sobre o ideal ascético, irá revelar a psicologia dos sacerdotes, sua forma de dominar e o adoecimento do animal homem para garantia de seu poder. Quanto ao poder do ideal ascético sobre nós a resposta é que esse poder não tem antagonistas. É a única explicação, a única fonte de sentido para o homem até hoje. E esse sentido é dado como se a vida fosse um erro o qual devemos evitar. O ideal ascético trata a vida como uma ponte para outra vida. Por ser o único sentido até hoje, e o homem ser um animal carente de sentido, o homem preferirá querer o nada a nada querer.



Li e Gostei. e você? já leu este livro? Deixe seu comentário.


Resumo feiro por:http://resumos.netsaber.com.br/ver_resumo_c_3605.html

Resumo do livro "Genealogia da Moral" - Nietzsche

Neste livro polêmico Nietzsche vai discutir a origem dos sentimentos morais. Não será trabalhado aqui nenhum motivo transcendente, nenhum Deus que veio a revelar ao homem princípios para controlar o modo agir, mas sim investigará como surgiu entre os povos o juízo bom e mau.
O livro se divide em três dissertações que tratam respectivamente da origem dos conceitos bom e mau, da culpa, má consciência e coisas afins, e por último do valor do ideal ascético.
Na primeira dissertação Nietzsche irá desenvolver a idéia já apresentada em Humano, Demasiado Humano e Para além do Bem e do Mal de que existe uma dupla origem para nossos juízos de valor, resultante de duas formas distintas de avaliar a vida: a moral dos senhores e a moral dos escravos.
A moral dos senhores, que afirma a vida, elabora seu conceito bom a partir de si mesma, ?Eu sou bom, eu sou belo, eu sou forte?. Em oposição cria o conceito ruim para tudo aquilo que é baixo, vulgar, plebeu. Já a moral dos escravos nasce do ressentimento, é sempre uma reação ao que lhe vem de fora. Sendo assim seu conceito original é mal, para designar todo não-eu e com uma lógica surpreendente infere: ele é mal, logo eu sou bom.
Durante longo tempo essa dupla forma de avaliar conviveu na história até a revolta dos escravos na moral, que começa com o povo judeu e segue adiante com o cristianismo, que irá consolidar a vitória da moral dos escravos como a única moral.
Na segunda dissertação descreverá o nascimento da consciência, da sociedade e da linguagem entre as tribos primitivas a partir da crueldade, a justiça como acordo entre os fortes que impõe sua vontade aos mais fracos. O homem se faz como um animal capaz de fazer promessas. A origem da má consciência é colocada como instintos reprimidos que não podem se exteriorizar e então se voltam para dentro, contra o homem mesmo que possui esses instintos, e da noção de dívida, proveniente das relações credor e devedor, a idéia de culpa. Todos os temas divinos: razão, sociedade, culpa, justiça, são vistos não em relação a revelações divinas, mas sim enquanto produto da crueldade humana.
A terceira dissertação, sobre o ideal ascético, irá revelar a psicologia dos sacerdotes, sua forma de dominar e o adoecimento do animal homem para garantia de seu poder. Quanto ao poder do ideal ascético sobre nós a resposta é que esse poder não tem antagonistas. É a única explicação, a única fonte de sentido para o homem até hoje. E esse sentido é dado como se a vida fosse um erro o qual devemos evitar. O ideal ascético trata a vida como uma ponte para outra vida. Por ser o único sentido até hoje, e o homem ser um animal carente de sentido, o homem preferirá querer o nada a nada querer.



Li e Gostei. e você? já leu este livro? Deixe seu comentário.


Resumo feiro por:http://resumos.netsaber.com.br/ver_resumo_c_3605.html

1 de novembro de 2011

Imagens do Pantanal Brasileiro

Belas imagens de um dos Biomas do nosso Brasil
































































































Imagens do Pantanal Brasileiro

Belas imagens de um dos Biomas do nosso Brasil
































































































Livro "O Antecristo" - Nietzsche

No prólogo desse ava
ssalador e polêmico livro, escrito em 1888, Nietzsche, o filósofo que pregava a "transmutação de todos os valores", escreveu a seguinte afirmação: "Este livro destina-se aos homens mais raros. Talvez nem possa encontrar um único sequer... Só o futuro me pertence. Há homens que nascem póstumos".


Resumo 


Este pequeno livro escrito em 1888 marca a posição do autor de transvalorar todos os valores. Uma crítica radical dos valores do cristianismo com o ousado diagnóstico de que estes são responsáveis pelo adoecimento do homem.
Um experimento transvalorado, já que aqui o cristianismo não é avaliado na verdade de seus dogmas, mas sim como fenômeno moral que norteia todo o processo civilizatório ocidental; se posiciona de fora destes valores buscando identificar o jogo de forças que estão presentes na sua origem e que permanecem ainda. O que quer saber é: o que valem esses valores e para onde eles nos levam.
Verifica no cristianismo uma interpretação do mundo puramente ficcional, sem nenhum contato com a realidade, pelo contrario, movida pelo ódio e pelo ressentimento desta mesma realidade.
Busca entendê-lo desde sua raíz judaica quando esta ainda possuía um Deus poderoso e que se transforma depois num Deus bom; quando se torna impotente perante o conquistador. A releitura que seus profetas fizeram do seu passado, no exílio, traduzida em termos de obediência ou não a Deus, é a causa das grandezas e sofrimentos de um povo. A invenção do pecado como forma de controle sacerdotal sobre um povo.
O papel de Jesus: Visto como um revolucionário anarquista que traz a Boa Novana sua prática de vida, destruindo toda a distância entre Deus e o homem. Jesus veio ensinar uma vida nova e não uma nova fé.
Sua morte na cruz renova o espírito de vingança em seus apóstolos que não conseguem entender o motivo de tanta crueldade e precisam encontrar um culpado. Paulo encontra no signo Deus na cruz a fórmula para a vingança e invertendo todos os ensinamentos do mestre, que ele nem mesmo conheceu, cria uma religião do ódio aos valores aristocráticos em favor de tudo o que é baixo, fraco, impotente.
Paulo consegue inverter a boa nova de Jesus criando uma religião sacerdotal que vence Roma, o modelo de civilização para homens fortes.
O modelo de civilização que triunfa com o cristianismo é um adestramento e domesticação do tipo homem e a forma encontrada para levá-lo a cabo foi o adoecimento do animal homem.
Um experimento transvalorado que termina com uma sentença de condenação ao cristianismo e marca o êxito da transvaloração de seu autor.
Sobra a questão: Quem foi o anticristo?
Nietzsche? o primeiro a transvalorar o cristianismo?
Paulo? Aquele que transformou a boa nova na religião do ressentimento?
ou Jesus? Aquele que, com sua vida, negou todos os valores defendidos pelo cristianismo? 



Resumo feito por: http://www.netsaber.com.br/resumos/ver_resumo_c_3603.html

Apesar de não concordar com a maioria dos pesamentos deste grande filósofo, gosto de ler seus livros. Este, por exemplo, é um livro bom de se ler.


Você já leu este livro? Leu algum de Nietzsthe? Comparti-lhe seus comentários

Livro "O Antecristo" - Nietzsche

No prólogo desse ava
ssalador e polêmico livro, escrito em 1888, Nietzsche, o filósofo que pregava a "transmutação de todos os valores", escreveu a seguinte afirmação: "Este livro destina-se aos homens mais raros. Talvez nem possa encontrar um único sequer... Só o futuro me pertence. Há homens que nascem póstumos".


Resumo 


Este pequeno livro escrito em 1888 marca a posição do autor de transvalorar todos os valores. Uma crítica radical dos valores do cristianismo com o ousado diagnóstico de que estes são responsáveis pelo adoecimento do homem.
Um experimento transvalorado, já que aqui o cristianismo não é avaliado na verdade de seus dogmas, mas sim como fenômeno moral que norteia todo o processo civilizatório ocidental; se posiciona de fora destes valores buscando identificar o jogo de forças que estão presentes na sua origem e que permanecem ainda. O que quer saber é: o que valem esses valores e para onde eles nos levam.
Verifica no cristianismo uma interpretação do mundo puramente ficcional, sem nenhum contato com a realidade, pelo contrario, movida pelo ódio e pelo ressentimento desta mesma realidade.
Busca entendê-lo desde sua raíz judaica quando esta ainda possuía um Deus poderoso e que se transforma depois num Deus bom; quando se torna impotente perante o conquistador. A releitura que seus profetas fizeram do seu passado, no exílio, traduzida em termos de obediência ou não a Deus, é a causa das grandezas e sofrimentos de um povo. A invenção do pecado como forma de controle sacerdotal sobre um povo.
O papel de Jesus: Visto como um revolucionário anarquista que traz a Boa Novana sua prática de vida, destruindo toda a distância entre Deus e o homem. Jesus veio ensinar uma vida nova e não uma nova fé.
Sua morte na cruz renova o espírito de vingança em seus apóstolos que não conseguem entender o motivo de tanta crueldade e precisam encontrar um culpado. Paulo encontra no signo Deus na cruz a fórmula para a vingança e invertendo todos os ensinamentos do mestre, que ele nem mesmo conheceu, cria uma religião do ódio aos valores aristocráticos em favor de tudo o que é baixo, fraco, impotente.
Paulo consegue inverter a boa nova de Jesus criando uma religião sacerdotal que vence Roma, o modelo de civilização para homens fortes.
O modelo de civilização que triunfa com o cristianismo é um adestramento e domesticação do tipo homem e a forma encontrada para levá-lo a cabo foi o adoecimento do animal homem.
Um experimento transvalorado que termina com uma sentença de condenação ao cristianismo e marca o êxito da transvaloração de seu autor.
Sobra a questão: Quem foi o anticristo?
Nietzsche? o primeiro a transvalorar o cristianismo?
Paulo? Aquele que transformou a boa nova na religião do ressentimento?
ou Jesus? Aquele que, com sua vida, negou todos os valores defendidos pelo cristianismo? 



Resumo feito por: http://www.netsaber.com.br/resumos/ver_resumo_c_3603.html

Apesar de não concordar com a maioria dos pesamentos deste grande filósofo, gosto de ler seus livros. Este, por exemplo, é um livro bom de se ler.


Você já leu este livro? Leu algum de Nietzsthe? Comparti-lhe seus comentários

Livro "O Código da Vince"

Um livro que causou muita polêmica nos anos de 2004 e 2005, não só no Brasil como no mundo todo.
Com seu misterioso e cativante enredo unido a alucinantes enigmas, narra a história de Sophie Neveu, criptógrafa da polícia de Paris, e do simbologista Rober Langdon. Juntos buscam desvendar o segredo deixado por Jacques Sauniere, avô de Sophie que é assassinado dentro do museu do Louvre, do qual era curador.
Em sua jornada Sophie e Langdon são fugitivos da própria polícia de Paris, que atribui a eles a morte de mais 3 pessoas, além de Sauniere.
Através dos enigmas deixados pelo avô, Sophie percebe que não está apenas prestes a descobrir a verdadeira história de sua família, que morrera quando ela era criança, mas sim diante de um segredo que pode mudar totalmente o curso da história da humanidade, o mais sagrado de todos os segredos, aquele guardado durante gerações –- a verdadeira história do Santo Graal.

Obras de arte famosas, espetaculares obras arquitetônicas e inúmeros gênios da ciência e da arte como Newton, Botticelli e claro, da Vinci levam a uma viagem inesquecível que pode mudar para sempre o seu modo de pensar.
Gosto muito de livros de ficção. Li e gostei muito deste.
Você leu este livro? Já leu algum de Dan Brown? 

Livro "O Código da Vince"

Um livro que causou muita polêmica nos anos de 2004 e 2005, não só no Brasil como no mundo todo.
Com seu misterioso e cativante enredo unido a alucinantes enigmas, narra a história de Sophie Neveu, criptógrafa da polícia de Paris, e do simbologista Rober Langdon. Juntos buscam desvendar o segredo deixado por Jacques Sauniere, avô de Sophie que é assassinado dentro do museu do Louvre, do qual era curador.
Em sua jornada Sophie e Langdon são fugitivos da própria polícia de Paris, que atribui a eles a morte de mais 3 pessoas, além de Sauniere.
Através dos enigmas deixados pelo avô, Sophie percebe que não está apenas prestes a descobrir a verdadeira história de sua família, que morrera quando ela era criança, mas sim diante de um segredo que pode mudar totalmente o curso da história da humanidade, o mais sagrado de todos os segredos, aquele guardado durante gerações –- a verdadeira história do Santo Graal.

Obras de arte famosas, espetaculares obras arquitetônicas e inúmeros gênios da ciência e da arte como Newton, Botticelli e claro, da Vinci levam a uma viagem inesquecível que pode mudar para sempre o seu modo de pensar.
Gosto muito de livros de ficção. Li e gostei muito deste.
Você leu este livro? Já leu algum de Dan Brown? 
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